terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

PÁSCOA- TEATRO

O VERDADEIRO SENTIDO DA PÁSCOA

PEÇA TEATRAL




Vovó – Oi Pessoal! Tudo bem? Não ouvi, tudo bem? Sabe estou procurando os meu netinhos,
vocês viram eles por aí? Não? Vou ter que chamá-los então: Suzanaaa, Joãozinho! Venham cá! Tenho uma surpresa pra vocês!

Suzana – Oi vovó!

Joãozinho Tô indo, tô indo...

Suzana – A senhora chamou?

Vovó Vocês sabem que dia é hoje?

Suzana – Ah vovó, eu sei, eu sei...

Joãozinho Sabe nada, deixa a vovó contar...

Suzana Ah João sei sim tá!

Vovó – Crianças, não briguem pois isso não agrada a Deus! Hoje é um dia muito especial. Hoje é Páscoa!

Crianças – Oba, oba, que legal. Cadê os ovos, meu chocolate eu quero, eu quero...

Vovó – Aqui está! Mas não vão comer tudo de uma vez, tá?

Vovó sai de cena.

Suzana – Joãozinho, vamos comer um pedacinho?

Joãozinho – É vamos sim। Hummm, tá uma delícia.

(Gabi chega. )

Gabi – Oi amigos, o que vocês tem aí?

Os dois – Nada não...

Gabi – Ah, pode me mostrar, eu quero saber.

Suzana – Não é nada demais, vamos brincar?

Gabi – Vamos, do quê?

Joãozinho – Já sei, de bola.

Gabi – Ah não, que essa brincadeira é de menino.

Suzana – Então de pular corda.

Gabi – Ta bom.

Joãozinho – Então a Suzana vai comigo buscar a corda lá em casa e você espera aqui Gabi, a gente já volta pra brincar.

Gabi – Tá bom eu fico aqui. Esperando...

Esperar alguns segundo e Gabi volta a falar.

Gabi – Ah, eles estão demorando tanto! Aiii Aiiii Eeeeiii, mas o que é isto? Ahaaaa quanto chocolate, é de páscoa, então era isso que eles não queriam me mostrar. Humm mas eu amo chocolate. Ai ai ai tá me dando uma vontade de comer...
Não mas eu não posso, não, é dos meus amigos. Ah mas deve ser tão gostoso. Se eu der só uma lambidinha, eles nem vão notar né? Slep. Hummm mas é gostoso mesmo. Poxa porque eles não vem logo pra me dar um pedacinho.

(Gabi olha para o público e continua falando: )

Gabi - Vocês estão pensando que eu vou comer um pedaço, né? Mas eu não vou, não,é dos meus amigos, eu não posso, eu não vou não... Ah eu queria só um pedacinho, será que eles vão sentir falta? Mas não tem ninguém me vendo, vou pegar um pedacinho só. NhammmHummm, mas é muito bom mesmo... Ai ai ai eles não vem logo e já tô com vontade de comer outro pedaço.
É eu vou comer mesmo, ninguém vai saber que fui eu. Nhammm Aaaaiii minha barriga, tô enjoada...

Gabi sai de cena

Suzana – João cadê a Gabi, você não falou pra ela esperar aqui?

Joãozinho – Eu falei, mas ela foi embora! Ué? Eeeeiii mas pêra aí? E o nosso chocolate? Cadê?

Suzana – Ah, não João, sumiu tudo. Vamos chamar a Gabi, quem sabe ela viu quem foi que pegou.

Os dois – Gabi, vem cá. Cadê você vem aqui...

Gabi – Eu não vou não.

Os dois – Ué como não? Como assim?

Suzana – Você ouviu João, ela disse que não vem.

João – Vamos chamar de novo.

Os dois – Gabi, vem cá só um pouquinho...

Gabi – Eu não vou não.
João – Suzana, acho melhor você ir ver o que aconteceu com ela.

Suzana – Eu vou, já volto. Xiii, Joãozinho você não sabe o que aconteceu...

João – Me conta...

Suzana – Ela ta passando muito mal, foi ela quem comeu todo o nosso chocolate.

João – Foi? Não acredito!

Gabi – Aiii, que alivio!

Suzana – Você não deixou nada pra nós, sua gulosa!

João – É mesmo, podia ter pedido pelo menos, que coisa feia!

Vovó – Ei, crianças o que está acontecendo aqui?

Suzana – Vovó, a Gabi comeu todo o nosso chocolate sozinha.

João – É mesmo e nem pediu.

Vovó – Meus queridos, o chocolate não é tão importante assim!

João – Como não?

Suzana – Porque não vovó?

Vovó – Vocês se lembram que dia é hoje?

Todos – É páscoa, é páscoa.

Vovó – Pois é, mas vocês nem deixaram eu falar o verdadeiro valor da páscoa, de tão empolgados que ficaram com o chocolate!

Suzana – Valor? Mais que valor?

Vovó – A Páscoa não é só troca de ovos de chocolate, ela tem um valor muito importante. Pois a páscoa nos lembra de alguém muito especial!

Todos – Quem vovó?

Vovó – Jesus.

João – Eu já conheço Jesus!

Vovó – Então, o dia da páscoa é o dia em que comemoramos a ressurreição de Jesus, ele morreu e ressuscitou no terceiro dia para perdoar os nossos pecados!

Suzana – É mesmo vovó?

Vovó – Sim crianças.

Gabi – Tô com vergonha, eu comi todo o chocolate dos meus amigos...

Vovó – Não fique assim, você pode pedir perdão agora mesmo aos seus amigos e a Jesus, e Ele vai limpar o seu coração, você quer?

Gabi – Eu quero! Você me perdoa João?

João – Tá bom, eu perdôo.

Gabi – E você Suzana me perdoa?

Suzana – Claro que sim Gabi.

Vovó – Então vamos orar.

Gabi – Senhor, agora eu sei que foi errado comer o chocolate dos meus amigos sem pedir, me perdoe e limpe o meu coração, em nome de Jesus, amém... Que bom, já me sinto tão bem...

Vovó – Então o nosso maior presente na Páscoa não são os chocolates, mas o amor de Deus por nós não é mesmo?

Todos – É mesmo vovó, é sim! Então vamos cantar?
( ESCOLHA UM HINO DE SUA PREFERENCIA E CANTE)

"E vocês crianças sempre tenham em seu coração um lugar todo especial pra Jesus, porque Ele ama muitooo vocês..

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

CULTO DE CONFRATERNIZAÇÃO- FEVEREIRO DE 2008

CULTO REALIZADO DIA 23/02/2008

NA I.E.Q. NO BAIRRO NOVA AMÉRICA

VILA VELHA - ES




ANTES DO ÍNICIO DO CULTO , POSANDO PARA FOTOS

O PENTEADO FOI PERSONALIZADO



FRANCIANE E KEREM


TIA ELIANI


TIO FABRÍCIO SE PREPARANDO PARA DAR AQUELE ABRAÇO. QUE MÃO GRANDEEEEEE!!!!! TIA ELIANI E TIA MARCIA DANIELA

"PRA DIREITA , PRA ESQUERDA , PARA FRENTE E PARA TRÁS .

POR TODO LADO SOU ABENÇOADO..."
TIA ELIANI , ISADORA, JÉSSICA, TAYNÁ E RACHEL LOUVANDO E ADORANDO




TODOS LOUVANDO



VOCÊS CONHECEM O JUQUINHA?


ELE É UM MENINO MUITO LEGAL



MAS QUANDO FICA BRAVO....
SAI DE BAIXO... BRIGA COM TODO MUNDO


O JUQUINHA PRECISA CONHECER JESUS

TIO FABRÍCIO CONTA HISTÓRIA DO FREDERICO
E O GUARDA -CHUVA

AS FORMIGUINHAS CORTAM FOLHAS E CARREGAM... TIO FABRÍCIO E A FANTOCHE JOAQUINA



ESSE TRIO É PURA BENÇÃO: RACHEL E ALICE (EM PÉ), E JÉSSICA (AGACHADA).


OS JUNIORES DANÇANDO PRA ADORAR AO SENHOR



PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DO GRUPO MISSIONÁRIO DE CRIANÇAS DA I.E.Q. DO BAIRRO JD. MARILÂNDIA ,VILA VELHA ,E.S.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

LÁGRIMAS NO SILÊNCIO:

O DRAMA DAS CRIANÇAS SEDUZIDAS E ABUSADAS





Recentemente, um jornal da Inglaterra noticiou: "Médico de família enfrenta sentença à prisão por ataques sexuais a pacientes menores e adultos. Timothy Healy, de 56 anos, drogava alguns de seus pacientes e então se filmava abusando deles enquanto estavam inconscientes. As vítimas, todas do sexo masculino, não sabiam que haviam sido abusadas até a policia procurá-las no ano passado. Alguns agora estão passando por aconselhamento". Casos assim revoltam. Tal revolta é completamente justificável, pois abusar sexualmente de um adulto já é um crime horrível, mas praticar a pedofilia é um comportamento que chega aos limites do anormal. Pedofilia significa gostar de crianças, num sentido sexual.



Já que um menino ou menina não está físico, espiritual e emocionalmente preparado para se relacionar sexualmente, qualquer ato que conduza a criança ao sexo ou ao despertar sexual constitui agressão ao desenvolvimento infantil. No caso do médico inglês, ele sentia atração homossexual pelos pacientes. Em algumas situações, os pedófilos nem precisam drogar suas vítimas. As crianças de hoje estão tão expostas e acostumadas à nudez e cenas de sexo na TV que o terreno já está preparado para a aproximação de sedutores. Conversei recentemente com uma menina de 4 anos de idade e perguntei sobre as pessoas de quem ela gostava mais. Além do pai e da mãe, a resposta trouxe uma marca inconfundível do papel da mídia na vida das famílias: a menina me apontou uma artista de novela como seu alvo de admiração.



A novela em questão é, em termos bíblicos e seculares, imprópria até para adultos, por seu desrespeito não só aos valores cristãos, mas também por sua agressão aos valores morais mais básicos. Outras meninas que conheço, da mesma idade, assistem à mesma novela e são expostas à sexualidade desenfreada de adultos que ainda não tiveram a oportunidade de ser salvos e transformados. Expor crianças a cenas de sexo também pode ser considerado abuso, num nível psicológico. Tal abuso, além de prejudicar o desenvolvimento normal da criança, pode abrir um ponto de vantagem para potenciais sedutores, que encontram mais facilidade para se aproximar de crianças acostumadas ao sexo da TV.



Há dois tipos principais de indivíduos que cometem atos sexuais contra crianças. Há os homens, verdadeiros criminosos, que podem pegar qualquer criança desconhecida e violentá-la. E há os casos menos visíveis, onde o crime não é cometido por estranhos, mas por gente da própria família ou amigos íntimos da família. Se uma menina de 10 anos fosse estuprada ao vir da escola, ela não teria o menor receio de revelar aos pais o que lhe aconteceu. A violência do ato não daria espaço para timidez. Mas as situações em que o estupro ocorre na família deixam a criança confusa e despreparada emocionalmente. Diferente do criminoso desconhecido que usa a força e a violência, o indivíduo que deseja sexualmente uma criança da família recorre a seduções e enganos. A sedução também inclui outros atos sexuais, tais como carícias, assédio sexual e exibicionismo, em que o indivíduo tira toda a roupa na frente da criança ou lhe mostra os órgãos sexuais.



Todas essas experiências deixam cicatrizes emocionais que acompanharão a criança pelo resto da vida. Embora o indivíduo que se aproveita de uma criança da família utilize truques de carinho e afeto para conduzir a criança a uma experiência sexual, é preciso esclarecer que a afeição física normal entre os pais e seus filhos não é errado. Segurar a mão, abraçar e beijar no rosto são gestos de amor normais e indispensáveis numa família saudável. Com tal demonstração de afeto, as crianças conseguem aprender a experimentar o acolhimento e segurança que Deus projetou para a família. Raramente alguém precisa utilizar a força ou ameaças violentas para se aproveitar de um menino ou menina ou para impedi-los de contar "o segredo". Embora seja inocente, depois de uma experiência de sedução a criança se sente suja, envergonhada e "estranha". Ela não entende o que aconteceu, mas sente que há algo muito errado na situação.



Dor e Segredo dentro da Família



Conheci uma jovem que por muitos anos viveu uma vida de confusão e tragédia em seus relacionamentos pessoais. Ela tinha dificuldade de fazer amizades saudáveis, mas não porque tenha nascido desajustada. Todo problema tem uma causa. Quando tinha 11 anos, seus pais, que eram evangélicos, visitaram parentes e, num dia em que foram passear pela cidade, deixaram a menina com os primos. Os pais da menina relutaram, mas acabaram permitindo que sua filha ficasse na casa, com a convicção certa de que entre parentes nada de mal poderia ocorrer. Lamentavelmente, ocorreu. Os dois primos, mais velhos que ela, colocaram em prática sua curiosidade sexual e envolveram a menina em experiências que desviaram completamente sua rota de uma sexualidade saudável. Os rapazes não eram tarados, mas como diz o ditado: "A ocasião faz o ladrão". A menina não conseguiu reagir com força aos avanços sexuais porque já estava acostumada à nudez. Seus pais, seguindo conselhos de psicólogos, costumavam expor a própria nudez aos filhos, principalmente tomando banho com eles sem roupa alguma.



Sua "iniciação sexual" aos 11 anos a deixou vulnerável e aberta a outros sedutores. Já com 13, ela começou a ser usada sexualmente por homens adultos. Embora tais experiências tenham alterado sua vida para pior, ela nunca revelou aos pais o que aconteceu. O caso dessa jovem representa, de forma real, o drama em que vivem as crianças que são seduzidas por gente da família e depois passam o resto da vida caladas, com seu segredo e dor. Em geral, as vítimas de abuso sexual dentro da família são meninas de 8 a 12 anos. Nessa idade, a experiência sexual tem conseqüências que duram muitos anos. Em recentes estudos, 70% das presidiárias e 90% das prostitutas afirmaram, em entrevistas numa pesquisa, que haviam sofrido abuso sexual quando eram crianças. Ainda que as meninas costumem ser o alvo mais comum dos sedutores, os meninos também podem ser vítimas. Uma mãe evangélica foi fazer compras no centro da cidade e deixou seu filho de 8 anos com uma amiga evangélica. Não poderia nem deveria ter ocorrido nada de anormal, pois havia ali uma amizade de confiança.



Mas essa amiga tinha um filho maior de 18 anos que levou o menino para passear, seduziu-o e o usou sexualmente. Depois de tal experiência, o menino passou a sentir confusão sexual e vergonha e jamais contou aos pais sobre o abuso sofrido. Uma opressão espiritual começou a pressioná-lo em direção ao homossexualismo. Assim como no caso da menina abusada aos 11 anos, o menino também viveu com seu segredo e dor. Ele só não foi arrastado para um estilo de vida homossexual porque teve um encontro forte com Jesus. Mas a menina passou a viver uma vida de desilusões com o sexo masculino. A maioria esmagadora dos homens e mulheres que carregam na alma as feridas do abuso sexual cometido por amigos ou familiares são vítimas silenciosas. A vergonha e humilhação são tão grandes que muitas vítimas não conseguem procurar socorro. É importante compreender que a sedução pode ocorrer de diversas maneiras. Mas em geral a criança ou adolescente é seduzido de algum modo para estimular sexualmente outro indivíduo que é adulto ou consideravelmente mais velho do que a vitima ou alguém que tem algum tipo de controle ou autoridade sobre a vítima. O contato sexual envolve toques físicos que estimulam sexualmente o sedutor ou a vítima.



Alguns tipos de abuso:


• Contato sexual direto com a vítima, com ou sem força.


• Atos de carícia, toque e manipulação na área sexual ou nos seios.


• Beijar ou tocar partes do corpo da vítima, com ou sem roupa, para criar estímulo sexual. Outros tipos de abuso não envolvem toques, mas causam marcas psicológicas na vitima:


• O sedutor fica deliberadamente observando uma criança ou adolescente sem roupa.


• O sedutor expõe a vítima a imagens sexuais - fotos de pessoas nuas, literatura ou vídeos pornográficos ou a exibição de seu próprio corpo - para quebrar a resistência da criança e provocar estímulo sexual.

•O sedutor faz comentários insinuando sedução.



O abuso sempre deixa marcas na alma da vítima. Mesmo em situações em que a criança ou adolescente é levado a querer participar de uma atividade sexual, não deixa de ser crime. As conseqüências atingem as emoções e o corpo, que pode experimentar dor e ferimentos no ato do abuso (sem mencionar doenças venéreas), e podem deixar a vítima seriamente vulnerável a vários tipos de opressão espiritual. Crianças seduzidas têm, mais tarde na vida, problemas para estabelecer relacionamentos saudáveis de amizade e casamento.



Riscos & Conseqüências



Os fatores de risco para a criança envolvem a ausência de um pai natural em casa, um pai que foi violentado na infância e falta de supervisão dos pais. No entanto, até mesmo crianças criadas por pais atentos num lar saudável podem se tornar vítimas de um parente, vizinho ou outro adulto em quem a família confia. Uma das tarefas mais delicadas e desagradáveis dos pais é prevenir os filhos a tomarem muito cuidado com os perigos aí fora na rua. Mas como prevenir a criança de que alguns desses mesmos perigos também ocorrem fora das ruas? Para sua própria proteção, a criança precisa ser ensinada que ela não pode confiar em ninguém, mesmo em adultos conhecidos da família e mesmo em homens de quem ela goste. Alguns pedófilos têm um jeito especial com crianças - eles sabem agradar e brincar com elas e sabem como demonstrar afeição e atenção.



O abuso sexual ocorre em famílias de todos os níveis sociais - não só entre as pessoas pobres que não vão à igreja. Não é fácil identificar uma criança abusada, pois a maioria tem medo e vergonha de revelar o que aconteceu, principalmente quando o pedófilo é alguém de confiança da família. Não é fácil também identificar um pedófilo, pois muitos podem parecer gente importante nos meios sociais e na igreja. Em geral, seus atos de sedução ficam escondidos e nunca chegam ao conhecimento das autoridades e dos pais da vítima. Pessoas que sofreram sedução na infância carregam em segredo feridas na alma. Elas não têm coragem de revelar seus sofrimentos e lutam contra os traumas secretos que interferem com seu crescimento espiritual e relacionamento com outras pessoas.



Muitas vítimas, como conseqüência direta de uma experiência de abuso sexual, passam a experimentar:


• Baixa auto-estima e sentimento de vergonha. O sentimento de que elas também são culpadas do que aconteceu. O sentimento de que há sempre algo errado com suas vidas e de que elas são "menos importantes" do que as outras pessoas.


• Vício de drogas e álcool.


• Problemas sexuais, tais como aversão ao sexo ou desejos incontroláveis de ter sexo.


• Problemas para estabelecer relacionamentos saudáveis com outras pessoas e com o cônjuge.


• Depressão.


• Desordens obsessivas/compulsivas, como comer demais, bulimia ou anorexia


. • Facilidade para fazer amizade e ter relacionamento com indivíduos que tiram proveito sexual. Muitos acham estranho o fato de uma jovem seduzida na infância ter inclinação para se envolver justamente com "amizades" que se aproveitarão dela sexualmente. Como explicar tal inclinação? John Wimber, ex-professor do Seminário Fuller, comenta: "Os demônios ganham um ponto de entrada na vida das pessoas através de várias maneiras.



Ódio de si mesmo e de outros, vingança, falta de perdão, desejos sexuais descontrolados, pornografia, comportamentos sexuais errados, várias perversões sexuais e abuso de álcool e drogas geralmente abrem a porta para influências demoníacas". Infelizmente, as conseqüências podem não atingir só os sedutores. Wimber diz: "Provavelmente, [os demônios] ganham acesso a meninos e meninas que são vítimas de abuso". Muito embora não tenham culpa alguma da crueldade que sofreram, as vítimas de abuso passam a viver uma vida de mágoa, revolta e desprezo por si mesmas. Demônios podem se aproveitar dessa situação de trauma e começar a exercer influência de opressão e desestruturação. Isso explicaria o motivo por que muitos jovens violentados na infância acabam se envolvendo em prostituição, vários tipos de comportamentos sexuais errados, bruxaria e relacionamentos prejudiciais. Alguns até passam a cometer os próprios abusos que sofreram.



Abuso nas Igrejas



As igrejas evangélicas estão se despertando para os perigos do abuso sexual que ameaçam crianças num lugar que deveria ser o mais seguro: a casa de Deus.
Um artigo publicado na revista Charisma revela como pastores, líderes de jovens e obreiros têm se aproveitado de sua posição de confiança para seduzir meninas, meninos e adolescentes. As vítimas muitas vezes sofrem caladas durante anos, pois elas ficam confusas e não entendem como podem ter sofrido sexualmente num lugar onde elas deveriam apenas ter liberdade para adorar a Deus e experimentar seu amor. É o caso da menina Chrissy de 7 anos de idade, que foi seduzida no dia em que foi batizada.



O que deveria ser um dos acontecimentos mais importantes na vida dela ficou marcado também com o sentimento de vergonha, medo e humilhação. Hoje, aos 38 anos, Chrissy é mãe de dois filhos e afirma que sua recuperação espiritual começou quando ela permitiu que o Espírito Santo curasse seu sofrimento emocional. Outro caso é o de Demise, que tinha 15 anos quando foi abusada pela esposa do líder de jovens de uma Igreja .

"Experimentei a plenitude do Espírito Santo e meia hora depois a esposa dele me encurralou dentro da igreja e abusou de mim", disse ela. "Lembro-me de achar que com certeza Deus se manifestaria e a mataria por fazer aquilo num lugar sagrado". O maior inimigo é o silêncio entre os evangélicos, que preferem não falar muito sobre um assunto tão delicado. Parece mais fácil comentar quando o problema se refere a outras religiões, como os recentes escândalos na Igreja Católica dos EUA.



Um importante estudo revelou que 7 por cento dos filhos de missionários relataram ter sofrido abuso sexual, principalmente quando viviam e estudavam em internatos enquanto seus pais trabalhavam para evangelizar em regiões distantes. O estudo foi preparado por um grupo de importantes organizações missionárias e prova de modo claro que há um problema que muitos evangélicos não querem enfrentar. O problema só não foi revelado antes porque as organizações missionárias tinham medo de perder doações e apoio se tivessem de enfrentar manchetes negativas na imprensa. Assim, a solução era negar a possibilidade do problema ou fazer de conta que não existia. Annette McNeill Keadle tinha 8 anos quando estudava num internato para filhos de missionários.



Ela relatou ter sido violentada pelo homem adulto que estava ali para cuidar dela enquanto ela estava longe dos pais. Quando houve a revelação do crime, o homem confessou o estupro, mas teve permissão de continuar trabalhando na escola até o final do ano. Depois, foi despedido, mas o caso não foi levado às autoridades. Outra vítima, Marcia MacLeod, afirmou que o fato de que o internato não quis entregar o pedófilo à polícia a fez se sentir inútil, pois a falta de punição estava demonstrando falta de preocupação e interesse no seu bem-estar. O aspecto positivo é que, percebendo a gravidade do problema, muitas igrejas americanas estão agora adotando medidas para impedir situações em que um adulto, até mesmo um líder ou pastor, possa ter facilidade ou tentação para abusar de crianças ou adolescentes. O fato é que todas as igrejas deveriam se mobilizar para estabelecer padrões mínimos de prevenção para evitar esse tipo de problema.



Comum entre Gays



Com o aumento do homossexualismo hoje, os casos de meninos violentados estão aumentando. Segundo o noticiário WorldNetDaily (www.wnd.com), o abuso sexual contra crianças é mais comum entre os homossexuais. A Drª Judith Reisman, pesquisadora e sexóloga, afirma que os homossexuais "abusam sexualmente de menininhos com uma incidência que está ocorrendo cinco vezes mais do que o abuso contra as meninas..." O Journal of Homosexuality (Jornal da Homossexualidade) publicou uma edição especial intitulada "Intimidade Intergeração Masculina", contendo muitos artigos apresentando o sexo entre homens e meninos como relacionamentos amorosos. Um dos artigos dizia que os pais deveriam ver os pedófilos que amam seus filhos "não como rivais ou competidores, não como indivíduos que querem lhes roubar uma propriedade, mas como parceiros na criação do menino, alguém que deve ser bem recebido no lar".


Embora não sejam raros, os casos em que meninos são seduzidos e estuprados por homossexuais são difíceis de identificar quando são noticiados, pois a imprensa quase sempre evita mencionar que o sedutor é gay (como na notícia do médico inglês no início deste artigo), até mesmo quando a realidade é inegável. Algum tempo atrás, um pediatra brasileiro abusou de vários adolescentes do sexo masculino, porém os noticiários tiveram todo cuidado de não mencionar a palavra homossexual. Na cultura politicamente correta de hoje, a norma é não só valorizar o comportamento gay, mas também protegê-lo de verdades prejudiciais à sua aceitação e expansão.



Sinais de Abuso



É fácil ignorar os sinais de que algo pode não estar bem numa criança ou adolescente, mas ignorar a realidade não vai ajudar quem foi prejudicado. Não há a necessidade de suspeitar de tudo e de todos, mas é preciso que sejamos sensíveis e alerta com relação a uma criança ou adolescente em necessidade, pois o problema é tão silencioso que nossa ação pode representar o único modo de a vítima ser liberta e escapar da ameaça de continuar sendo abusada. Cada situação é diferente, mas há indícios que revelam que uma criança pode estar passando por um problema.


• A criança fala ou mostra conhecer coisas de sexo que não é natural para sua idade ou então expressa afeição de um modo que não é normal para uma criança. Se uma criança é pega ensinando outras crianças brincadeiras relacionadas a sexo, ela pode estar apenas repetindo o que ela mesma viveu em alguma situação.


• Depressão, inclusive idéias de suicídio.


• Extrema timidez.


• Problemas para dormir, inclusive pesadelos, que ocorrem com mais freqüência do que seria normal.


• Mudanças repentinas e extremas de comportamento, tais como perda de apetite, isolamento social, problemas nos estudos na escola e medo de adultos, principalmente quando a criança não gosta de ir a determinado lugar ou passar tempo com determinada pessoa.


• Medo de ficar só.


• Queixas físicas, tais como dores abdominais ou dores de cabeça.


• Roupas de baixo com rasgos ou manchas. Sangramento, arranhões ou inchação dos órgãos genitais ou boca. Freqüente corrimento vaginal ou dor ao urinar. Embora esse problema não indique uma menina foi abusada, pode ocorrer depois de um abuso. Além disso, preste atenção se você nota alguém mostrando afeição de um modo quase sexual para uma criança ou fazendo comentários e elogios sobre o corpo da criança que não parecem normais.



Nossa Responsabilidade



Se você sabe ou suspeita de um caso de abuso sexual na sua família ou outro lugar, você precisa agir! Você tem a responsabilidade de levar o caso às autoridades: "Não participem das coisas sem valor que os outros fazem, coisas que pertencem à escuridão. Pelo contrário, tragam todas essas coisas para a luz". (Efésios 5:11 BLH) Se uma criança lhe contou que foi abusada, é muito importante que você ofereça apoio, amor e segurança. Em primeiro lugar, acredite no que a criança disse. As crianças quase nunca mentem sobre essas coisas. Mas tome cuidado com sua reação, pois a criança poderá pensar que sua revolta e choque são contra ela.



Diga a ela que ela não fez nada de errado e que você está contente que ela lhe tenha revelado o segredo. Depois de tudo, procure assistência imediatamente. Mesmo quando a criança se dispõe a falar, às vezes os pais não acreditam no que ela conta ou então fazem pouco caso dos efeitos na vida dela. Muitas vezes, a exatidão do testemunho da criança é colocada em dúvida. Mas é quase impossível uma criança inventar cenários sexuais sobre os quais ela deveria saber muito pouco ou nada, a não ser que ela tenha vivido uma experiência. O normal é a criança negar o que aconteceu. A sedução sexual envolve tanta vergonha para a criança que, mesmo quando há sinais físicos de abuso, ela poderá negar que houve um abuso.



Os pais devem ser fortes o suficiente para prestar muita atenção no que seus filhos dizem, enfrentar o fato de que pode ter ocorrido um abuso e então apoiar a criança ou adolescente e ajudá-la a atravessar a situação. Será necessário levar a vítima para ser examinada e é recomendável que ela receba aconselhamento e acompanhamento emocional e espiritual adequado para ser curada dos traumas. Esse acompanhamento poderá durar anos. È de importância vital manter a criança longe do sedutor. É necessário também levar o caso à justiça. Talvez os pais tenham dificuldade de fazer a criança passar pelo trauma de ser interrogada pela polícia, dar testemunho diante de um juiz, etc., principalmente quando o sedutor era alguém de confiança da família. Mas é muito importante que se mostre para a criança que o abuso não vai ser tratado com pouco caso. Se o caso não for denunciado, há o sério perigo de que o sedutor venha a fazer outras vítimas. Se você não sabe o que fazer, procure alguém da justiça e peça orientação.



É Melhor Prevenir do que Remediar



O que se pode aprender com tudo o que foi apresentado e dito é que as crianças, até mesmo filhos adolescentes, não deveriam ser deixados sem supervisão direta. Os pais têm a responsabilidade de proteger os filhos não só dos perigos mais óbvios, mas devem estar sempre presentes para que os filhos não caiam em armadilhas inesperadas. As surpresas, agradáveis e desagradáveis, sempre podem ocorrer e a única coisa que os pais podem fazer para se prevenir é estar sempre por perto e vigilantes. Uma professora certa vez contou o segredo que uma aluna lhe revelou. A menina tinha o costume de fazer lição de casa com um coleguinha, que tinha a mesma idade dela: 11 anos. Os pais tinham tanta confiança nela e nele que um dia precisaram sair apenas um pouco. Esse "pouco" foi suficiente para acontecer o ato sexual, e a menina se abriu para a professora querendo entender o que havia acontecido…



Os pais nunca vieram a conhecer o segredo da própria filha. É claro que os pais evangélicos conscienciosos oram e entregam os filhos aos cuidados de Deus. Essa é a atitude correta. Mas é preciso estar mais presente na vida dos filhos. O Dr. James Dobson aconselha: "Não acho que seja uma boa idéia deixar seus filhos de ambos os sexos aos cuidados de rapazes adolescentes. Eu também não permitiria que meu filho adolescente cuidasse de alguma criança. Por que não? Porque há tanta coisa ocorrendo sexualmente dentro dos adolescentes do sexo masculino. É uma preocupação que invade todo aspecto da vida. O impulso sexual nos meninos está no auge da vida entre a idade de 16 e 18. Sob essa influência, crianças já foram gravemente prejudicadas por 'bons meninos' que não tinham intenção alguma de fazer mal, mas que foram levados pela curiosidade a experimentar e explorar. Estou certo de que muitos dos meus leitores discordarão dessa posição e poderão até se sentir chocados. Na vasta maioria dos casos, seria seguro ignorar meu aviso.



Mas eu simplesmente não daria chance alguma durante os anos vulneráveis. Os riscos são grandes demais. Tenho conversado com um número muito grande de pais que lamentaram confiar em alguém que eles achavam que era de confiança. Faço essa recomendação sabendo que confundirá e talvez até revoltará alguns de vocês. É simplesmente minha opinião baseada em incidentes infelizes que tenho testemunhado através dos anos".



Como Proteger seus Filhos



A chave para proteger seus filhos é se comunicar com eles de modo aberto e sincero em todas as áreas - não só na área sexual. É importante que seus filhos saibam que eles podem vir conversar com você sobre qualquer coisa. Passe tempo diariamente com eles para descobrir como eles estão indo e como estão se sentindo - e deixe-os falar enquanto você presta atenção. É melhor quando as crianças aprendem sobre a vida de um modo natural, tranqüilo e que agrade a Deus - ensinando-se o que é adequado de acordo com a idade delas. Seus filhos vão aprender sobre sexo de alguém. Busque a sabedoria de Deus, mas em geral, se a criança já começa a fazer perguntas, é hora de orientá-la de um modo que ela entenda. Treinar a criança a sempre obedecer a todos os adultos pode ser muito perigoso. Seus filhos precisam ser ensinados que se um adulto lhes pedir para fazer algo que eles acham errado, eles devem dizer "não" e procurar os pais. Assim, pode ser prejudicial, por exemplo, forçar uma criança a abraçar ou beijar um tio ou outro adulto quando ela não quer.



Lembre-se: quase todos os casos de sedução são cometidos por adultos amigos de confiança da família. Ensine seus filhos que se alguém lhes disser "Não diga para ninguém", "A mamãe via ficar furiosa se souber" ou "É um segredo", eles devem procurar você imediatamente. Ensine que você vai ficar contente quando eles lhe revelarem situações desse tipo e não se esqueça de realmente demonstrar sua alegria quando eles lhe procurarem. Uma idéia muito boa é você conversar com seus filhos sobre "toques bons", "toques maus" e "toques que confundem". Você pode simplesmente explicar: "Toques bons fazem você se sentir bem, como um abraço da mamãe ou segurar a mão do papai. Os toques maus fazem você se sentir mal.



Toques que confundem podem parecer bons no começo, mas depois fazem você se sentir mal ou estranho por dentro, como se você estivesse sentado no colo de um homem e ele começasse a tocar em você em lugares de que você não gosta. Ou então no caso de alguém que pede que você lhe toque numa parte do corpo que assusta você". Converse com seus filhos calmamente sobre essas coisas. Ensine-lhes que eles sempre devem dizer NÃO e procurar você imediatamente. Uma criança precisa aprender dos pais que Deus criou o corpo dela e que o corpo dela é belo. Mas Deus deu o corpo dela para ela, e ela deve ser ensinada a não deixar ninguém tocar em seu corpo de um modo que a faça se sentir estranha ou com medo ou a faça sentir algo ruim.



Ajuda para Você



Para você que sofreu abuso, um dos primeiros passos para sua cura e recuperação é quebrar o silêncio sobre os "segredos" que você está guardando. É claro que você deve revelá-los a pessoas compreensivas e de confiança. Você experimentará crescimento e libertação do sentimento de vergonha se compreender a importância de procurar o apoio de um pastor ou líder de confiança que possa ajudar.




A ÚLTIMA VIAGEM

MOTIVAÇÃO


Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi.
Era uma vida de cowboy própria para alguém que não deseja ter patrão.
O que eu não percebi é que aquela vida era também um ministério.
Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se um repositório de reminiscências ambulante, às vezes um confessionário.

Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anônimas, e contavam episódios de suas vidas - suas alegrias e suas tristezas. Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar.

Nenhuma me tocou mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite - era Agosto.
Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolinhos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade. Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade.

Quando eu cheguei às 02.30 da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo.

Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado umas duas ou três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora. Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis, como o único meio de transporte a tal hora.
A não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta. "Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda", eu pensei.Assim fui até a porta e bati. "Um minuto", respondeu uma voz débil e idosa. Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão. Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se.

Uma octogenária pequenina apareceu. Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40.

Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon. O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo. Toda a mobília estava coberta por lençóis. Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis. Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros.


- "O Sr poderia por a minha mala no carro?", ela pediu. Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, ela ficou agradecendo minha ajuda.
- "Não é nada. eu apenas procuro tratar meus passageiros do jeito que gostaria que tratassem minha mãe", aduzi.
- "Oh!, você é um bom rapaz!" Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu:
- "O Sr poderia ir pelo centro da cidade?",
- "Não é o trajeto mais curto", alertei-a prontamente.
- "Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos." Eu olhei pelo retrovisor. Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.
- "Eu não tenho mais família", continuou." O médico diz que tenho pouco tempo". Eu disfarçadamente desliguei o taxímetro e perguntei:
- "Qual o caminho que a Sra deseja que eu tome?" Nas duas horas seguintes nós dirigimos pela cidade.

Ela mostrou-me o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado como ascensorista. Nós passamos pelas cercanias em que ela e o esposo tinham vivido como recém-casados. Ela pediu-me que passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha. De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente a um edifício ou esquina - ficava então com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada. Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse de repente:
- "Eu estou cansada. Vamos agora!" Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado.Chegamos a um prédio baixo, lúgubre, como uma pequena casa de repouso. A via de entrada passava sob um pórtico. Dois atendentes caminharam até o táxi, assim que ele parou. Eram muito amáveis e atentos e observavam todos os movimentos dela. Eles deviam estar esperando-a. Eu abri a mala do carro e levei a pequena valise para a porta. A senhora já estava sentada em uma cadeira de rodas.
- "Quanto lhe devo?", ela perguntou, pegando a bolsa.
- "Nada", respondi.
- "Você tem que ganhar a vida, meu jovem"
- "Há outros passageiros", respondi. Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço. Ela me envolveu comovidamente.
- "Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria".
- "Obrigada". Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada. Atrás de mim uma porta foi fechada. Era o som do término de uma vida.

Naquele dia não peguei mais passageiros. Dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos.Mal podia falar. Se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno?

E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido embora?

Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo mais importante na minha vida.


Nós estamos condicionados a pensar que nossas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos freqüentemente nos pegam desprevenidos e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância.
AS PESSOAS PODEM NÃO LEMBRAR EXATAMENTE O QUE VOCÊ FEZ, OU O QUE VOCÊ DISSE, MAS ELAS SEMPRE LEMBRARÃO COMO VOCÊ AS FEZ SENTIR.

E a vida é apenas um sopro...

FONTE:WWW.MELODIA.COM.BR

sábado, 16 de fevereiro de 2008

APRESENTAÇÃO DAS CRIANÇAS E ADORAÇÃO NA PRAÇA -JANEIRO 2008

APRESENTAÇÃO REALIZADA EM JANEIRO DE 2008 NA IEQ DO BAIRRO NOVA AMÉRICA - VILA VELHA - ES


EU E MINHA CASA SERVIREMOS A DEUS COM ALEGRIA.....
ELAS SE ESBALDARAM

CRIANÇAS ORANDO

TIO FABRÍCIO ORANDO

MOMENTOS NA PRAÇA

EU E MINHA CASA SERVIREMOS A DEUS

ADORANDO


SE PREPARANDO


TIO FABRICIO , FAZENDO A LEITURA BÍBLICA


É IMPRESSIONANTE COMO DEUS AGE NAS PEQUENAS COISAS E EM OCASIÕES INUSITADAS.

NESSE DIA NÓS TÍNHAMOS PREPARADO UMA APRESENTAÇÃO TÍMIDA PRO GRUPO ,

ERA UM CÂNTICO SOBRE FAMÍLIA "EU E MINHA CASA SERVIREMOS A DEUS".

TODAS AS CRIANÇAS DEVERIAM TRAZER FOTOS DA FAMÍLIA QUE DEVERIAM SER CONSAGRADAS A DEUS NO MOMENTO DA APRESENTAÇÃO. CRIANDO ASSIM UM CLIMA BEM PROPÍCIO PARA ADORAÇÃO E COMUNHÃO ENTRE PAIS E FILHOS.

ERA DOMINGO E O CLIMA ESTAVA MUITO QUENTE AQUI EM NOSSA CIDADE, PORÉM MINUTOS ANTES DA APRESENTAÇÃO NÓS FICAMOS SEM ENERGIA NO TEMPLO E TAMBÉM NAS DEMAIS DEPÊNDENCIAS DA IGREJA.

AS CRIANÇAS JÁ ESTAVAM NA PARTE DE TRÁS PREPARADAS PARA A ENTRADA DA APRESENTAÇÃO , QUANDO TUDO OCORREU.

PENSAMOS ENTÃO : COMO IREMOS FAZER , POIS UTILIZARÍAMOS O PLAY BACK?

E TAMBÉM A MÚSICA ERA LONGA , E O CALOR FICOU INTENSO NO INTERIOR DO TEMPLO COM A FALTA DOS VENTILADORES.

ORAMOS POR ALGUNS MINUTOS , AINDA SEM A ENERGIA, QUE RAPIDAMENTE SE ESTABELECEU , PORÉM NENHUM EQUIPAMENTO FUNCIONOU, SOMENTE AS LÂMPADAS.

ENTRAMOS E NOS APRESENTAMOS A CAPELA MESMO,

FOI LINDO DEUS FALOU PROFUNDAMENTE AOS PAIS ATRAVÉS DO CÂNTICO DAQUELES PEQUENINOS.

PORÉM O MELHOR ESTAVA POR VIR, DEVIDO AO INTENSO CALOR , LEVAMOS AS CRIANÇAS PRA UMA PRAÇA QUE FICA EM FRENTE A IGREJA . UMA PRAÇA SEM MUITO MOVIMENTO E PEQUENA , LUGAR IDEAL PRA UM LAZER.

ALI TIVEMOS MOMENTOS MARAVILHOSOS DE BRINCADEIRAS , ORAÇÃO E O MAIS PODEMOS IMAGINAR...DEUS, DEUS , DEUS , DEUS .....




"CLAMA A MIM, E RESPONDER-TE -EI COISAS GRANDES E FIRMES, QUE NÃO SABES."



(JEREMIAS 33:3)



NÃO É A TOA QUE SOU QUADRANGULAR!!!!


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

CULTO DE TALENTOS


A MENSAGEM DO EVANGELHO QUADRANGULAR
TIO FABRÍCIO

JÉSSICA

ISADORA LOUVANDO AO SENHOR
ALICE E TAYNA


FRANCINE, KEREM E JESSICA

JÚLIA, HADASSAH, FILIPE E ASAPH.


RACHEL - "PISA NO INIMIGO".


ENTRADA DA BANDEIRA DO G.M.J.R- KEREM E FRANCINE

ENTRADA DA BANDEIRA DO G.M.C.- LAYLA E FRANCIANE.


TIO FABRÍCIO ... O AMOR DE DEUS NOS CERCA POR TODOS OS LADOS.....

TIO FABRÍCIO ....O AMOR DE DEUS É TÃO GRANDEEEEEEEEEEEEE!!!!!

TIA MARCIA DANIELA MINISTRANDO AOS PEQUENINOS



CULTO DE TALENTOS

REALIZADO EM NOVEMBRO DE 2007
NA I. E. Q. BAIRRO NOVA AMÉRICA
VILA VELHA -E.S

APRESENTAÇÕES:

RACHEL - COREOGRAFIA "PISA NO INIMIGO".

ISADORA- CANTA: KLEBIANE KARLA O HINO " QUEM É ESTE".

JÉSSICA - COREOGRAFIA " AOS OLHOS DO PAI".

ALICE E TAYNA- COREOGRAFIA - VOICES.

FILIPE, JULIA , ASAPH E HADASSAH- TEATRO: "AMIGO DE DEUS".

JÉSSICA, KEREM E FRANCINE- COREOGRAFIA.

ENTRADA DE BANDEIRAS- FRANCIANE E LAYLA- BANDEIRA DO G.M.C
E
FRANCIANE E KEREM -BANDEIRA DO G.M.J.R.
HISTÓRIA DA QUADRANGULAR - TIO FABRÍCIO.
LOUVOR-TIA MARCIA DANIELA, KEREM, KEZIA E LAYLA.

QUEM É VOCÊ?

DE QUAL ESTADO BRASILEIRO VC È/

NOSSA FAMÍLIA LINDA

CULTO INFANTIL DIA 12/10/08-NA IEQ - BAIRRO NOVA AMÉRICA VILA VELHA

I MOSTRA DE COREOGRAFIAS INFANTO JUVENIL- 27/09/08 .IEQ DE NOVA AMÉRICA - VILA VELHA - E.S

MINISTRAÇÃO NO RETIRO DA IGREJA BATISTA RENOVADA - NO SÍTIO FÉ NA ESTRADA -SETEMBRO DE 2008

MINISTRAÇÃO DO TIO FABRÍCIO - CULTO - I.E.Q BAIRRO CONSOLAÇÃO - VITÓRIA

FESTA DO ESQUISITO

CULTO DE MISSÕES - ABRIL 2008

CULTO DE PÁSCOA -2008

CULTO INFANTIL FEV.2008

CONGRESSO DE LIDERANÇA DO MINISTERIO INFANTIL QUADRANGULAR NO E.S - MAIO DE 2008

CULTO DIA DAS MÃES- MAIO DE 2008

CONFRATERNIZAÇÃO- JANEIRO DE 2008

CULTO DE TALENTOS -NOVEMBRO DE 2007 (em breve mais fotos)

CULTO DIA DAS CRIANÇAS -2007

CULTO MELZINHA ABELHINHA - AGOSTO DE 2007